06 Out 2019

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As cerimônias religiosas nunca poderão trazer benefícios espirituais ao indivíduo que as pratica sem o espírito, mas de forma vazia parece, como um corpo presente, irracional, fazendo as coisas instintivamente e por reflexo. É como uma missa de corpo presente, onde o corpo presente, homenageado, nada pode ouvir, ver, sentir… não interagindo com ninguém, em nada (Ec 9.5). As cerimônias religiosas devem ser ritos espirituais que conduza o fiel a refletir no sentido mais profundo daquelas práticas e crescer no conhecimento e na graça de Deus, por Cristo. Hoje, assim como no passado, havia e há diversos ensinos estranhos que tentam empurrar o homem para os extremos, distante da verdade. Um extremo diz que as cerimônias de nada valem e foram inventadas pela igreja romana da idade média; já o outro extremo exaltam o cerimonialismo a um patamar de importância que parece substituir o original (antítipo). A ordem é: “Não se deixem levar pelos diversos ensinos estranhos”. O próprio Deus, por Cristo, instituiu inúmeras cerimônias no Antigo e Novo Testamento. Por exemplo: O batismo nas águas não pode lavar ou purificar ninguém para a salvação, quando o indivíduo o faz confiando na água ou no cerimonialismo. Mas, quando isso é feito com fé em Cristo, por Sua Palavra, há justificação, pois essas obras (cerimonias) servem de aio (mestre), para nos conduzir a Cristo, o original (antítipo) de toda a verdade (Gl 3.24). Deus seja louvado! Amém.