08 Out 2019

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Antes de 1980, no Brasil, país de maioria católica, era pejorativo e vergonhoso dizer que era “crente”. Protestante era um palavrão que, ao ser pronunciado, parecia uma espada sendo enfiada nas carnes dos religiosos católicos. Hoje, depois que o “protestantismo” se tornou rico, e até mudou de nome para satisfazer interesses políticos e mundanamente estratégico, denominando-se de “evangélicos”, virou moda dizer “eu sou evangélico”. Muitos desses professos crentes, mundanos, acham que estão atendendo um dos mandamento de Cristo (não se envergonhar dEle), quando apenas da boca para fora diz ser evangélico, sem ter vergonha de falar apenas isso, como era antigamente. Que sacrifício está sendo feito? Que honra ou mérito há em dizer que é crente, quando hodiernamente soa bem aos ouvidos de uma nação ecumênica? Nenhum!!! Cristo está falando em Mc 8.38 (epígrafe) contra uma geração de professos crentes que eram, de fato, pecadores e adúlteros, igualzinho aos do tempo presente. Esses tais continuam envergonhando Cristo quando dizem “sou crente”, mas vive pecando como os devassos fazem. São pecadores mundanos, indecorosos, que não praticam as Palavras de Cristo, travestidos de fiéis religiosos, pois preferem uma religião de fachada e uma falsa vida de aparências. Quem não se envergonha de Cristo, de fato e de verdade, vive como Ele viveu, praticando todos os mandamentos do Pai. Sejamos crentes, evangélicos ou protestantes, não da boca pra fora, mas na prática. Deus seja louvado! Amém.