13 Ago 2019

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É um grande equívoco interpretar a Palavra de Deus de forma superficial, ao pé da letra e com “olhos gramaticais”. As Santas Escrituras são mais que letras mortas, são palavras espirituais. Os judeus do tempo de Cristo cometeram esse grave erro e não identificaram o Filho de Deus, matando-O. A maioria dos teólogos do presente também caíram nessa mesma cilada. O povo de Israel aguardavam um homem da descendência de Davi que pudesse reinar sobre eles. Ele deveria retomar o trono ocupado por Herodes e restaurar o saudoso reino do tempo de Davi. Eles não estavam preocupados com o problema do pecado e da morte. Eles queriam muito pouco. Deus enviou o Seu Filho, como Filho do Homem, para confirmar as promessas tipológicas dadas por meio do Seu servo Davi. Davi foi um rei justo e bondoso, mas não conseguiu resolver o grande problema da humanidade, e qualquer homem que sentasse em seu trono também não poderia o fazer. A morte precisava ser vencida. Só Cristo poderia vencer e estabelecer um reino espiritual até o dia do juízo. Um reino infinitamente superior e mais poderoso que o de Davi, preparando o povo para o reino eterno. Davi venceu Golias, mas Cristo venceu o pecado e o diabo. Davi sentou num trono temporal, mas Cristo venceu e sentou-se com Seu Pai, num trono eterno (Ap 22.1). Não somente recebeu o poder de sentar no trono com o Pai, mas recebeu o poder de compartilhar o Seu trono com todos os homens vencedores (Ap 3.21). Deus seja louvado! Amém.