13 Fev 2020

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Em 14 de março de 2018, morreu aos 76 anos o cientista “POP” (popular/famoso) Stephen Hawking, que viveu a maior parte de sua vida numa cadeira de rodas, mexendo apenas as bochechas. Sofria da terrível doença Esclerose Unilateral Amiotrófica, onde muitos cientistas o apelidavam carinhosamente como cérebro ambulante. As mídias não falaram outra coisa. Principalmente o universo acadêmico ligado a ciência, e mais precisamente a física. Foram inúmeras as homenagens em todo o mundo. Até os cristãos, muitos deles, de uma forma direta, certamente influenciados pela mídia, como crentes midiáticos. No que acreditava e defendia Hawking? (1) Teoria do Big Bang; (2) Buraco negros existentes e serviam de passagens para outras dimensões (outras vidas ou possibilidades?), pois roubavam energia deste “universo”; (3) Há corpos neste universo que surgiram pelo acaso e não pela mão de um Criador. Apesar de nenhum cientista poder comprovar as suas teorias, era idolatrado. Hawking nasceu no dia em que morreu Galileu Galilei, 300 anos depois, e morreu no dia em que nasceu Albert Einstein. Ao contrário destes dois renomados cientistas, que defendiam a fé e o conteúdo das Escrituras Sagradas como verdade, Hawking desceu ao túmulo sem a esperança em Cristo Jesus. Aos cristãos aconselho a parar de “adorar” homens e olhar para a majestade de Deus, dando-Lhe toda honra e glória, pois Suas Palavras testadas não falham. É tempo de crer no Evangelho e não em teorias, pois o tempo está próximo. Deus seja louvado! Amém.