14 Fev 2020

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“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15:8). Jesus Cristo cita estas palavras de Isaías 29.13, apontando o cumprimento profético nos Seus dias, e que se repetiria no futuro. Hoje não é diferente, pois o homem continua o mesmo. Na verdade, hoje as coisas estão bem pior que no passado. Os lábios de hoje cobram caríssimo para louvar, desculpe, para cantar, pois louvar é diferente. Louvor é uma forma de adoração. Aquilo que foi dado pela graça de Deus não pode ser vendido, como fazem nos shows e na comercialização daquilo que chamam de evangelismo ou ministério do louvor. Essas motivações mesquinhas em nada tem a ver com a verdadeira adoração e louvor. A verdadeira adoração só pode ser concretizada em espírito e em verdade (João 4.23). O salmista nos ensina de onde deve vir o verdadeiro louvor e adoração – da alma. É do fundo da alma/coração/mente que procede as verdadeiras intenções e onde não há fingimentos. É com a razão (mente) que devemos bendizer ao SENHOR e, logo, todas as nossas ações e desejos também bendirão ao SENHOR. Ora, de uma fonte de água doce não jorra água salgada (Tg 3.10-11), assim também dos lábios de uma boa alma não sairá maldades. Deus, através de Seu Filho Jesus Cristo é o único que pode transformar a nossa alma. Assim como no deserto, ELE transformou águas amargas em doces (Ex 15.23), pode transformar corações amargos em doces, para que possam fazer e dizer o bem. Deus seja louvado! Amém.