26 Fev 2019

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Exortando ao jovem Timóteo, o apóstolo Paulo profetiza que nos últimos dias sobreviriam tempos difíceis sobre a terra. Um dos aspectos visíveis seria a desobediência dos filhos aos seus pais (2Tm 3.1-2). O tempo do fim seriam mais trabalhosos do que o tempo dos apóstolos, que também tinham filhos desobedientes aos pais por terem escolhido andar distante das orientações descritas na Palavra de Deus (Rm 1.30). O sagrado e eterno mandamento de honrar pai e mãe (Ex 20.12) não é alternativo ou variável, é imperativo. Inclusive, com a condicionante de o indivíduo se manter vivo na terra. É um dever dos filhos honrarem seus pais, independente de seus erros ou escolhas. É verdade que existem mandamentos mais pesados para os pais, e cada um deve cumprir com sua parte, mas não foi dado aos filhos o poder de julgá-los. Os filhos são a felicidade dos pais. Os pais se realizam nos filhos. Assim também, deveríamos enxergar a relação de Deus, nosso Pai, conosco, Seus filhos. Devemos viver para honrá-Lo. Um filho que não honram seus pais, deve ter grande dificuldades em entender o sentido da necessidade de honrar a Deus. A mesma felicidade que os pais tem em cuidar, beijar, abraçar e ninar seus bebês, deveriam tê-la quando os mesmos filhos atingissem a maturidade. Quem tem o dever de compreender isso são os filhos. As escolhas e as ações dos filhos devem promover alegria dos pais, mas as mães devem se regozijar no viver dos seus filhos. Deus seja louvado! Amém.