02 Nov 2018

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"Quebre regras, desfaça conceitos, esqueça os padrões, espere menos e se permita mais." Micro frases de efeito como essas foram muito utilizadas nos primeiros anos do terceiro milênio. Uma onda febril de palestrantes pregando a auto-estima; livros de auto-ajuda e o surgimento de um novo profissional, o coach, marcaram esta geração. A igreja cristã nominal também foi fortemente afetada por esta nova onda de "novos conhecimentos", midiática, recheada com preceitos das religiões orientais. Os púlpitos das igrejas desacostumou dos sermões exortativos e repreensivos, dando lugar a motivação, disfarçada de fé; uma falsa fé. Um engodo perigoso para os crentes desatentos. O "Permita-se quebrar as regras" passou a ser ouvido de forma mais suave pelos professos crentes, se esquecendo de que foi necessário apenas um pecado, o de Eva, para que a raça humana experimentasse o aguilhão do maior e mais terrível de todos os inimigos - a morte. O ensino de nossos pais: "antes morrer do que pecar" foi esquecido e uma nova filosofia, humana e passageira, foi posta no lugar do Evangelho Eterno. O Evangelho da Nova Era penetrou sem resistência no seio da cristã popular e permissiva. Passaram a ter prazer em ouvir mensagens subliminares que incentivavam um novo padrão de cristãos, que se permitiam transgredir e falar contra a lei santa e eterna de Deus.  Esqueceram da Palavra inspirada que nos ensina que a felicidade está em viver uma vida de temor ao Senhor, e na obediência aos Seus mandamentos o verdadeiro prazer. Deus seja louvado! Amém.