Pão Matinal (22 Jun 22)

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A GERAÇÃO DO MESSIAS

O profeta Isaías descreve de uma forma muito tocante o sofrimento do Messias, o enviado de Deus, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Esse relato é encontrado no capítulo cinquenta e três do livro de Isaías, que detalha os seguintes aspectos:

1. Apresenta a imagem física do Cristo;

2. O esforço do Seu penoso trabalho evangelístico;

3. O alcance da Sua obra;

4. A Sua rejeição por Seu próprio povo;

5. A humilhação por parte daqueles que tinham a obrigação de acolhê-lo com amor;

6. O julgamento arbitrário e injusto que Ele foi submetido;

7. A perversa sentença de morte que o Messias, inocente, receberia.

Todo esse relato sobre o sofrimento do Messias é para fazer que o leitor foque apenas no personagem central e não desvie sua visão para outras mensagens descontextualizadas.

Uma importante pergunta é feita no versículo oito desse capítulo e livro já citado. É uma pergunta com tom de afirmação: “Quem dentre os da Sua geração se deu conta que Ele foi torturado e assassinado pelo Seu próprio povo (professo povo de Deus), para pagar a dívida deles mesmos?” Essa seria mais ou menos a pergunta na nossa língua, de forma coloquial, no tempo presente.

Resposta: Ninguém de Sua geração teve esse discernimento. Nem os doutores da lei ou os principais sacerdotes, que se achavam os sábios e entendidos das Escrituras Sagradas, nem os discípulos de Cristo que estavam constantemente na Sua companhia, entenderam, antes de serem batizados no pentecostes.

A nossa geração, atual, está na mesma condição, sem entender o que realmente significou o sacrifício de Cristo. Por não entender, tem o mesmo espírito de prepotência e a mesma cegueira do religiosos de antigamente.

“Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta…” (Ap 3.17).

Os principais teólogos de hoje, embriagados pela vã filosofia humana, são fortes candidatos a cometerem os mesmos erros do passado, em cumprimento ao princípio profético de Eclesiastes 1.9 e 3.15: O que aconteceu no passado se repetirá no futuro, mudando apenas os personagens, cenários e circunstâncias.

Foi o pecado dos religiosos daquela época que fizeram com que não reconhecessem o Filho de Deus. Muitos, hoje, também não o reconhecem através da Palavra de Deus, por escolherem servir às instituições religiosas e seus próprios interesses.

Busquemos ao Senhor com humildade de coração e Ele nos revelará a verdade que liberta.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém