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Devocional

A Promoção De Babilônia

Por Fábio Amaro

03 de dezembro de 2024

A Promoção De Babilônia

Então o rei fez prosperar a Sadraque, Mesaque e Abednego, na província de Babilônia.

O povo judeu foi escravizado pelo império babilônico, uma nação forte vinda do oriente, quando este se encontrava sob o comando de Nabucodonosor.

Em 586 a.C., os judeus foram escravizados por uma força militar vinda do Oriente;

Em 722 a.C., os israelitas foram escravizados pelos assírios, uma força militar vinda do Norte;

Em 1.750 a.C., os israelitas foram escravizados pelos egípcios, uma nação situada ao Sul.

A partir de 168 a.C. até os dias de Jesus e alguns séculos à frente, o povo judeu continuou sendo servo do império romano, situado ao Ocidente.

O professo povo de Deus foi escravizado por todas as nações ao redor, de perto e de longe, porque abandonou a lei de Deus, entrou pelo caminho da desobediência e não honrou o Nome do Todo-Poderoso com a sua fé.

Quando o povo judeu se encontrava subjugado sob os domínios do império da Babilônia, alguns jovens príncipes foram preservados pelo monarca para compor o seu conselho real.

Dentre os escravos, se destacaram quatro jovens: Daniel, Misael, Ananias e Azarias, que foram separados estrategicamente para serem formados segundo os conhecimentos culturais do novo império que os oprimia.

Depois de testados e aprovados, sendo considerados dez vezes mais sábios que os melhores príncipes entre os caldeus, o rei ainda teve uma demonstração do poder do Deus dos judeus, através do testemunho de Daniel, decifrando um sonho enigmático que teve.

Algum tempo mais tarde, resolveu construir uma estátua que servisse como emblema da sua glória e do seu reino próspero, e na ocasião da inauguração impôs a três desses jovens judeus a obrigação de se ajoelhar diante da sua estátua e adorá-la como se fosse uma divindade, sendo prontamente desobedecido pelos escravos judeus.

O rei ficou furioso e mandou lançar Misael, Ananias e Azarias numa fornalha super aquecida, condenando-os à morte, mas o Altíssimo os livrou e, mais uma vez, o grande rei Nabucodonosor viu a glória de Deus resplandecida na vida de homens simples, escravos, mas poderosos espiritualmente e em conhecimento.

Diante desse fato controverso e humilhante para o grande império dominador dos babilônios, cujos deuses eram inferiores ao Deus dos escravos, Nabucodonosor, sem saída, resolveu promover aqueles três jovens que lhes desobedecera. 

Babilônia sabia que não podia com o poder de Deus neles, então resolveu presenteá-los com posições políticas elevadas, fama, status quo e riquezas materiais. Não há registros bíblicos de que esses três jovens se deixaram corromper por isso, apenas registramos a estratégia do mal usada pela Babilônia real.

É assim que a Babilônia mística, tipológica, representada pela religião em apostasia no tempo presente, procede para com os homens em quem são vistas quaisquer virtudes do poder de Deus neles. Comprar, cooptar, corromper e subornar com dinheiro e poder é melhor do matar e criar um mártir para ser imitado.

Essa é uma estratégia do inimigo que tem feito muitos professos cristãos fracassarem diante de sua missão. Muitos têm se vendido diante do brilho do ouro de Babilônia. 

Entretanto, o Deus santo tem um povo que não se compra e não se vende, mas permanece firme para sempre aos Seus ideais e propósitos.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém.